O COELHINHO , OS NOVOS HÁBITOS E OUTRAS COISAS ...

Olá, amigo leitor da VIVA .  Em meio ao cenário de doze meses de Pandemia , do trabalho remoto , da preocupação oscilante entre o “ficar em casa” , fazer parte das estatísticas ou as dificuldades da economia , surge a atual esperança de retomarmos a vida normal pós-vacina . Muitos de nós voltamos timidamente à rotina de trabalho ou de estudos e possivelmente com alguns quilinhos a mais.   Como o foco do Blog é a Qualidade de vida (inclusive a infantil)  cabe dizer que as crianças não fogem desse perfil de sobrepeso adquirido (algo meio que forçado) . Coincidentemente estamos no período da Páscoa , um símbolo universal de renovação , de  esperança e fé ... e de alguns excessos .  Vamos então ao tema de hoje ...

 

BRINCANDO E COMENDO ... E COMENDO ... E COMENDO ...

Quem viveu a infância nos anos 60 ou 70 brincou muito na rua (outros tempos, é verdade) com muitas atividades de correr, saltar, rebater , escalar ... ufa, cansei só de lembrar.   Mas e hoje?  Os videogames, a internet, o controle remoto, a violência urbana e os lanches rápidos colaboram muito para um sedentarismo perigoso e que tende a perpetuar-se em nossas crianças e adolescentes.   Importantes órgãos de pesquisa científica igualam os níveis e riscos da obesidade aos da desnutrição.   Enquanto parte de nós não têm o que comer , outra parte come de forma errada e não queima o excesso de calorias que armazena nesse processo.  

EQUILIBRANDO A BALANÇA

 

Essa busca por atividades que melhorem nossa condição física e de saúde passa por um raciocínio ou looping matemático simples : se eu como mais do que eu uso, terei uma “poupança” de calorias e de gordura, que dificultam meu desempenho nas atividades físicas e desestimulam minha participação e aí realimentam a acomodação.  Se você ou seus filhos vivem um momento desse tipo, procure um clube ou academia (até mesmo na escola das crianças) que ofereça atividades esportivas orientadas pelo professor de Educação Física.   Um bom profissional orientará as áreas mais indicadas em função da faixa etária, da maturidade motora e das habilidades inatas individualmente.  A prática constante e regular de esportes libera hormônios e substâncias que motivam a continuidade por dar a sensação de bem-estar ao praticante em conjunto com a melhoria da autoestima.  É fundamental lembrar a importância de não misturarmos pessoas de idades, tamanho e graus de habilidade muito diferentes para preservarmos a segurança dos praticantes .

Viva as delícias do movimento , do esporte e incentive sempre seus filhos .   Um forte abraço, uma ótima Páscoa e até a próxima .  

Foto Free -  www.pexels.com  /  Fotógrafo Lukas

 


Prof. Ari Grassia Junior é radialista, formado em Educação Física pela USP e com especialização em Voleibol , Futebol , Tênis  e  Xadrez .

 

 

 

Categoria:BLOG DO ARI GRASSIA - MOVIMENTO , ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA

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